Na atualidade, têm-se verificado cada vez mais casos de bullying entre crianças e jovens - principalmente menores de idade-, ou seja, atitudes agressivas, intencionais e repetitivas têm assombrado e traumatizado um número crescente de estudantes. A grande dúvida é se os praticantes devem ser criminalizados ou não, mesmo sendo menores de idade.
A teoria da Tábula Rasa, criada por John Locke, profere,ainda que metafóricamente, que todos os seres humanos nascem com uma folha em branco nas mãos, e que ela é preenchida com influencia do meio ao qual o indivíduo pertence, com isso, o filósofo queria dizer que todas as nossas atitudes são decorrentes do meio no qual estamos inseridos. A teoria que tange o Determinismo do século XIX coloca o problema na sociedade e não no indivíduo que causa dor e sofrimento a terceiros.
Em contrapartida a John Locke, Freud acredita que seres violentos sofrem de uma disfunção no lobo frontal do cérebro, dessa forma, a punição, assim como uma melhoria na sociedade, não seriam a solução. O problema só seria "curado" com medicações e sessões psiquiátricas.
Muitos acreditam que o bullying e o cyberbullying são enraizados nas escolas, mas, de acordo com a teoria de Freud, a única solução que as escolas poderiam oferecer seria um psiquiatra para analisar as crianças e identificar a origem do problema, ou seja, os opressores. Algo que é inviável visto que as escolas públicas do país não dispõe nem de carteiras para todos os alunos.
Dessa forma, verifica-se que o bulliyng é um problema que não pode ser resolvido pela criminalização de seus praticantes. A disfunção cerebral deve ser tratada por meio de medicações e psiquiatria, ou seja, algo que está além das desestruturadas escolas públicas nacionais. A solução seria descobrir quais alunos oprimem os demais, para depois afastá-los e tratá-los. Como Sun Tzu diz em "A arte da Guerra": "Deve conhecer todos os artifícios de seu inimigo antes de atacá-lo(...)".
Danilo Sansão Ribeiro
mas que bosta
ResponderExcluirE você que nem bosta tem dentro da cabeça, é oca.
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